sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Secretário visita Apicomel
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Secretário visita IFF Campus Jaguari
Acompanhado do presidente da Associação Cultural dos Interesses Gerais, Valdir Domingos Dapieve, o Secretário esteve reunido fazendo tratativas de implementação de um projeto envolvendo o IFF Campus Jaguari.Secretário de Educação visita Apiário Padre Assis
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| Professor Milton visita Senhor Possatto |
Jornal A RAZÃO/Quarta-Feira, 7 de Setembro
Fórum se encontra com secretário
O Fórum das Entidades Empresariais tomou partido das necessidades da Brigada Militar de Santa Maria (BM) e promoveu, excepcionalmente ontem, uma reunião almoço com o secretário estadual de Justiça e Direitos Humanos, Fabiano Pereira, para busca melhorias para a organização militar. O comandante geral da Brigada Militar, Sérgio Abreu, também foi convidado, mas não pode comparecer porque foi chamando para reunião com o governo estadual no Palácio Piratini.Os empresários entregaram ao secretário estadual uma carta assinada pelos sindicatos patronais que fazem parte do Fórum Empresarial com as reivindicações para a melhoria do serviço prestado pela BM. Entre os pedidos estão: instalação do 2º Batalhão Rodoviário; do esquadrão aéreo; abertura do atendimento a convênios particulares no Hospital da Brigada; Centro de treinamento de policiamento montado; fortalecimento da Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Sargentos (EsFAS); aumento no efetivo do policiamento ostensivo no município; câmeras de monitoramento com manutenção asssumida pelo estado.
O presidente do Fórum, Souvenir Machado, argumentou, em relação às câmeras, que hoje elas são mantidas pela Câmara de Dirigentes Lojistas e pela Prefeitura, mas que poderiam contar com o apoio do Estado. Conforme o tenente-coronel Wladimir Comassetto, comandante do 1º regimento de Polícia Montada (RPMon), o fortalecimento da EsFAS – que está parada desde abril – acarretaria em mais policiamento nas ruas, já que o treinamento prático dos militares que nela estudam acontece nas ruas de Santa Maria. A BM da cidade tem déficit de 45% do efetivo previsto para a unidade, conforme Comassetto e o comandante da BM, coronel Jaime Garcia, informaram na reunião passada do Fórum. Já a vinda do 2º Batalhão Rodoviário, que está localizado em Cachoeira do Sul, conforme o coronel Jaime, precisa do apoio da comunidade e lideranças locais para a sua vinda.
Sobre a abertura do Hospital da BM para atendimento de outros convênios, o secretario Fabiano Pereira, comentou que primeiro será necessário alterar a lei para que outros. “Já foram feitas as alterações no texto da lei e que em breve será encaminhada à Assembleia Legislativa”, comenta Fabiano. O secretário ressaltou que está a disposição para ajudar em ações em prol de uma cidade segura. “Temos uma posição de compreensão e diálogo, mas dessa vez o comandante geral não pode vir, mas o traremos aqui para uma reunião. Garanto à vocês que ainda em setembro traremos os chefes da Polícia Civil do Estado e também da Superintendência de Serviços Penitenciários (Susepe)”, afirma Pereira.
Os líderes da Brigada já haviam participado de reunião anterior do Fórum das Entidades Empresariais quando apontaram a situação que está sendo vivida pela unidade como, falta de efetivo.
terça-feira, 6 de setembro de 2011
7 de Setembro Independência do Brasil

A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.
A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.
Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.
Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.
Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.
Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.
A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.
Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.
No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.
Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.
Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.
Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
(Fonte:http://www.brasilescola.com/historiab/independencia-brasil.htm)





